Giedre Alves

Giedre Alves

Hoje a fotografia newborn já supera a renda que ela tinha na carreira anterior

Antes de entrar na fotografia, Giedre era professora de artes e tinha apenas um conhecimento básico de fotografia. A câmera era usada no modo automático e, muitas vezes, emprestada a fotógrafos que pudessem ajustar as configurações por ela. Nada indicava, até então, que esse universo se tornaria o grande propósito de sua vida.

Tudo começou a mudar quando ela engravidou. Como toda mãe, sonhava com as fotos perfeitas do seu bebê e passou a pesquisar referências de ensaios newborn durante toda a gestação. Porém, ao procurar profissionais em sua região, descobriu que em sua cidadezinha de apenas 10 mil habitantes não havia fotógrafos especializados. As poucas opções estavam em cidades maiores e distantes, com valores fora do seu alcance. Foi nesse contexto que, determinada a não abrir mão desse sonho, ela decidiu tentar sozinha. Apesar do esforço, sentia que algo faltava: as imagens não transmitiam a delicadeza que ela tanto desejava.

Essa frustração virou combustível para buscar respostas. Em suas pesquisas na internet, encontrou a Escola de Fotografia Newborn (EFN) e logo se identificou. Em plena pandemia, desempregada junto com o companheiro e com um bebê pequeno em casa, tomou a decisão corajosa de investir no curso. Mais do que um aprendizado técnico, ela enxergou ali uma oportunidade de recomeçar.

Hoje, Giedre já fatura entre R$3 mil e R$5 mil por mês com seus ensaios, uma renda superior à de professora. Está prestes a inaugurar seu próprio estúdio, planejado e adaptado especialmente para atender recém-nascidos com conforto e segurança, ela começa a desenhar os próximos passos de expansão do negócio.

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