Dumara Maia

Dumara Maia

Aos 51 anos, ela trocou a faxina pela fotografia newborn e provou que nunca é tarde para recomeçar


Antes de se apaixonar pela fotografia newborn, Dumara viveu uma das fases mais difíceis de sua vida. Perdeu a mãe, enfrentou um tumor no pâncreas, precisou fechar seu negócio às pressas e acumulou dívidas. Aos 46 anos, recomeçou nos Estados Unidos limpando casas para quitar o que devia no Brasil. Carregava o peso do luto, da exaustão física e da solidão de ter deixado tudo para trás. 

Foi nesse cenário que a fotografia newborn entrou em sua vida como um sopro de esperança. No início, a insegurança era enorme: não sabia manusear um bebê, desconhecia os reflexos e as técnicas de segurança, e tinha medo de errar. Mas, com coragem, decidiu dar um voto de confiança à EFN. E esse passo mudou sua história.

Depois da EFN, Dumara virou o jogo. Conquistou segurança, técnica e posicionamento. Suas fotos ganharam iluminação impecável, os clientes começaram a chegar e os elogios se tornaram combustível. Deixou a faxina para trás, montou seu estúdio em um espaço maior, adquiriu props, organizou o fluxo de caixa e passou a viver da fotografia.

Sua trajetória mostra que nunca é tarde para recomeçar, reconstruir e realizar sonhos. Dumara é prova viva de que determinação e coragem transformam dor em propósito.

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